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Fez sua estreia literária em 2007, com os contos de Licânia. Dois anos depois, surpreende-nos com a prosa poética dos minicontos de Lápis nas veias.
Em 2011, reaparece com a poesia de Novenário de espinhos, que mereceu elogios do poeta Ivan Junqueira, da Academia Brasileira de Letras.
Poesia que, em alguns momentos, nos faz lembrar — até porque Clauder jamais se afastou do ambiente de sua infância (a mítica “Licânia”) — do poeta Carlos Drummond de Andrade, que, em busca de si mesmo, partiu para o “vasto mundo”, mas emocionalmente nunca deixou para trás a sua amada (e também mítica) Itabira, o seu “mapa sumido no fundo do mar” (verso de sua amiga Olga Savary).
» Caio Porfírio Carneiro
Legenda viva da narrativa brasileira. Legítimo representante da melhor literatura que a crítica convencionou chamar de "nordestina". Depois de José Américo de Almeida, José Lins do Rego e Graciliano Ramos, foi o autor capaz de despertar o leitor brasileiro para o problema antigo - mas tratado de um ponto de vista completamente novo - do insalubre e degradante mundo das salinas do Nordeste brasileiro, onde o homem é colocado na antecâmara do próprio Inferno.
“Ladrões nos celeiros: avante, companheiros!, de Nicodemos Sena
Por Silas Corrêa Leite
Contos do uruguaio Leonardo Garet exibem um estranho horror psicológico
Por Adelto Gonçalves
Nicodemos Sena e a reconstrução do mundo amazônico
Por Adelto Gonçalves
Caio Porfírio Carneiro no coração
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Sabedoria de Portugal
Por Manoel Hygino dos Santos
As "peregrinações amazônicas" de Fábio Lucas
Por Carmen Schneider Guimarães