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Palavra Operária, Palavra Oprimida
Página publicada em: 28/04/2026
Evandro Paschoalino e Carlos Piovezani - R$90,00 (182 págs.)
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Evandro Paschoalino e Carlos Piovezani examinam aqui como a grande greve operária de 1917 foi tratada pela imprensa, esse porta-voz privilegiado dos interesses das camadas dominantes. Condenando o movimento em seus veículos tradicionais e hegemônicos, tal como era o caso do Correio Paulistano, ou prestando-lhe apoio na imprensa alternativa, como acontecia com o anarquista A Plebe, os jornais em momento algum dão voz às trabalhadoras e aos trabalhadores em luta por seus direitos e por condições de vida dignas: fala-se por elas e por eles, diz-se o que poderiam e o que não poderiam dizer (ou o que até jamais diriam). (Continue lendo)
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Este livro indica precisamente os modos como a palavra operária é oprimida, porque ela não é somente usurpada, mas também menosprezada, deslegitimada e excluída. Tudo o que o proletariado teria a dizer é, de novo, silenciado. O que se passou em 1917 pouco difere do que se passa hoje, uma vez que os fundamentos históricos da formação da sociedade brasileira permanecem em grande parte intactos, enraizados nos preconceitos de toda ordem e num secular ódio de classe. (Texto da contracapa - Marcos Bagno) ******** “As pessoas do povo não sabem falar e nem têm o que dizer”... Eis aí um antigo e terrível consenso que se consolidou no Brasil. A expressão popular foi e continua a ser menosprezada, deslegitimada e excluída pelos poderosos e pelos que se identificam com suas ideologias. Na Greve Geral de 1917, operárias e operários se rebelaram contra a exploração e a opressão de que eram vítimas em indústrias de São Paulo. Antes e durante a Greve, houve assembleias, declarações e pronunciamentos, mas a palavra operária era constantemente depreciada, calada e perseguida. Este livro analisa como a escrita da imprensa paulista estigmatizou, deslegitimou e tentou interditar a fala popular do operariado grevista de 1917. “Palavra operária, palavra oprimida” busca não apenas melhor compreender a perversa conjunção entre o preconceito linguístico e o ódio de classe, mas também desconstruir consensos dessa discriminação social e ainda reiterar o fato de que todo ser humano sabe falar e tem o que dizer. (Texto das orelhas do livro)

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Autor

» Leandro Carlos Esteves

Leandro Carlos Esteves nasceu na pequena cidade de Lins, no oeste do Estado de São Paulo, em 19.11.1960. Em 1977, veio para São Paulo, onde se forma em Jornalismo, pela PUC (Pontifícia Universidade Católica). Cursou a Faculdade de História, com ênfase em métodos e pesquisa histórica, Antiga, Medieval e História do Brasil tanto na PUC quanto na Universidade de São Paulo (USP) onde também estudou filosofia.

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