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Leonor Assad
Página publicada em: 18/02/2023
Leonor Assad, engenheira agrônoma de profissão, foi buscar nos elementos da terra e da vida o húmus com que adubou os oito preciosos contos de "Por que falar em morte se é primavera?", emulando a trilha de outros cientistas escritores, como Ernesto Sábato, Carl Sagan e Alexander Soljenítsin.
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Leonor Assad nasceu no Rio de Janeiro, cercada por livros, numa família na qual ler é parte das atividades cotidianas. Dedicou-se profissionalmente à agronomia, formou-se em Viçosa e doutorou-se em Montpellier. Sua carreira mais conhecida é a de professora universitária, principalmente no campus de Araras da Universidade Federal de São Carlos. Sua outra vocação é escrever. Participou e venceu alguns concursos literários de narrativas breves, como o II Concurso Claudionor Ribeiro de Contos, da Academia Cachoeirense de Letras, de Cachoeiro de Itapemirim, com o conto "Laços". Com "Entre Ruídos e Cheiros" ganhou menção honrosa no VI Prêmio Escriba de Contos, de Piracicaba. Ambos os textos fazem parte do livro "Por que falar em morte se é primavera?", recém-publicado pela Editora Letra Selvagem.

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» Fiodor Mikhailovich Dostoievski

Já na estreia, com "Gente Pobre", publicado quando Dostoievski tinha apenas 25 anos, o crítico mais influente da Rússia, Vassilión Bielínski, vaticinou o surgimento de um gigante da literatura, comparável a Gógol e Pushkin, considerados os maiores escritores da Rússia. Recebido como “a primeira tentativa de se fazer um romance social” no país dos czares, "Gente Pobre" entretanto já prenunciava a incisiva e subterrânea sondagem psicológica da humanidade ‘humilhada e ofendida’ que se observa em todos os seus romances, e que levou o pai da psicanálise, Sigmund Freud, a considerar "Os Irmãos Karamazov" (1879) a “maior obra da história”.

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