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Por que falar em morte se é primavera?
Página publicada em: 18/02/2023
Leonor Assad - R$44,90 (120 pág.)
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As personagens de Leonor Assad fazem frente aos preconceitos de uma sociedade que historicamente quer silenciar e subjugar as mulheres(...). Elogio à subversão e ao desejo, a estreia de Leonor vem para mostrar que, torcendo o que diz o provocativo título deste livro, até na morte sempre é primavera", afirmou o crítico Wilson Alves-Bezerra. Leia a íntegra do texto a seguir.
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Por que falar em morte se é primavera? – coletânea de oito contos – é a estreia na ficção de Leonor Assad, professora titular aposentada da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Essas oito narrativas breves apresentam sempre mulheres-protagonistas, desde a adolescente do conto “O dia em que Clarinha matou seu professor de literatura” até a idosa Virginia, de “Entre ruídos e cheiros”. Porém não se trata de retratar as fases da vida da mulher e sim, mais importante, mostrar como o desejo constitui e é decisivo para cada uma das personagens aqui retratadas, não importa qual seja sua idade. As personagens de Leonor Assad fazem frente aos preconceitos de uma sociedade que historicamente quer silenciar e subjugar as mulheres: mesmo quando a própria personagem tenta se conter, trancando suas palavras, atando-se pés e mãos, corpo e linguagem se rebelam e o verbo jorra insurgente, como em “Palavras de Papel”. Outras, como a protagonista anônima de “A vizinha”, morrem amando sem se submeter ao casamento, ou simplesmente partem adiante, como “De algum lugar”, pois existir é movimento. Elogio à subversão e ao desejo, a estreia de Leonor vem para mostrar que, torcendo o que diz o provocativo título deste livro, até na morte sempre é primavera. (Wilson Alves-Bezerra, texto das orelhas)
 
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» Adelto Gonçalves

Jornalista com passagem em alguns dos maiores órgãos da Imprensa de São Paulo, professor univeresitário com doutorado pela USP (Univesidade de São Paulo), especialista em Literatura Portuguesa e Espanhola, autor de ensaios premiados, é também excelente ficcionista, como se pode comprovar neste romance "Os vira-latas da madrugada", um dos livros premiados, em 1980, no concurso de âmbito nacional promovido pela Livraria José Olympio Editora, que o lançou em 1981, e, trinta e quatro anos depois, é reeditado pela LetraSelvagem. "Adelto Gonçalves tem o dom de fazer viver suas personagens, convencendo o leitor de seu valor humano, mesmo quando suas ações, como as de Pingola e Quirino, lhe repugnem", escreveu Maria Angélica Guimarães Lopes, professora emérita da Universidade South Carolina, em resenha publicada na "Revista Iberoamericana", do Instituto Internacional de Literatura Iberoamericana, Universidade de Pittsburg, EUA, janeiro de 1985.

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