Editora LetraSelvagem

Editora e Livraria Letra Selvagem

Literaura Brasileira

Os melhores escritores do Brasil

Ricardo Guilherme Dicke

Romance, Poesia, Ficção

Deus de Caim

Olga Savary

Nicodemos Sena

Edivaldo de Jesus Teixeira

Marcelo Ariel

Tratado dos Anjos Afogados

LetraSelvagem Letra Selvagem

Santana Pereira

Sant´Ana Pereira

Romance

Nicodemos Sena

Invenção de Onira

A Mulher, o Homem e o Cão

A Noite é dos Pássaros

Anima Animalista - Voz de Bichos Brasileiros

A Espera do Nunca mIas (uma saga amazônica)

O Homem Deserto Sob o Sol

Romancista

Literatura Amazonense

Literatura de Qualidade

Associação Cultural Letra Selvagem

youtube
Destaque Cadastre-se e receba por e-mail (Newsletter) as novidades, lançamentos e eventos da LetraSelvagem.

Obras Selvagens

Fonte maior
Fonte menor
Ilha das cobras
Página publicada em: 29/10/2022
Borba Ciola - R$60,00 (120 pág.)
R$ 0,00
Comprar agora
Fluidez do texto, elegância, capricho na construção de cada parágrafo, na escolha de cada termo, na construção de cada metáfora, o cuidado com os detalhes, as inúmeras e saborosas referências e citações que, usadas com pertinência, passam longe do pedantismo. A construção de personagens ora profundos, ora cômicos, mas sempre coerentes. A crítica ferina, a ironia mordaz. São características desse belo livro de contos de Borba Ciola, segundo o escritor Alxandre Gennari, que escreveu as orelhas do livro. Confira o texto completo, a seguir.
Imagem
Ernest Hemingway dizia que um escritor não deve pedir a outro escritor que avalie sua obra. Se o texto for ruim ele não vai gostar porque o texto é ruim. Se for bom não vai gostar porque sentirá inveja. Não gosto do texto de Borba Ciola pelo segundo motivo. Razões não me faltam: A maior delas é a fluidez do texto, a elegância, o capricho na construção de cada parágrafo, na escolha de cada termo, na construção de cada metáfora, o cuidado com os detalhes, as inúmeras e saborosas referências e citações que, usadas com pertinência, passam longe do pedantismo. A construção de personagens ora profundos, ora cômicos, mas sempre coerentes. A crítica ferina, a ironia mordaz. 
Você pode ler Ilha das cobras escutando calmamente a trilha sonora que costura as narrativas, a música onipresente nos relatos, enquanto assiste a shows, viagens e delírios de bandas de garagem num universo que mistura reflexões ao pop aos sonhos de juventude ao absurdo. Aproveite cada nota!
Você também pode ler Ilha das cobras desfrutando o prazer de odiar personagens tortos e trajetórias tortuosas, um desfile irônico de filhos da puta, alguns arquétipos da nossa sociedade, como Lobato, assunto controverso e espinhoso que Ciola não deixa de encarar. Ou de amar o desfile de bonecas russas que o autor esculpe com esmero. 
Leia Ilha das cobras, mas não pretenda o início, o fim e o meio. Quando você acreditar que está lendo contos, estará lendo uma novela, e quando imaginar uma novela, estará lendo contos. Ou não! Simplesmente sinta o texto fluir como uma onda redonda, atente para a espuma se formando, para a transparência esverdeada da água refletindo sua imagem. Não espere que ela o leve à areia em segurança, pois justamente aí está o tesão de ler Ilha das cobras. E por conseguinte a razão da minha inveja.
 
Adquira este livro AQUI.
 

Faça seu comentário, dê sua opnião!

Imprimir
Voltar
Página Inicial

Autores Selvagens

Autor

» Álvaro Alves de Faria

Já em 1971, ano da primeira edição do romance "O Tribunal" (Editora Martins-SP), Álvaro Alves de Faria, com apenas 29 anos de idade (nasceu em São Paulo em 1942), era considerado “um dos escritores jovens mais conceituados” do Brasil, como informa o jornalista Durval Monteiro nas orelhas do livro. Da Geração 60 de Poetas de São Paulo, Álvaro Alves de Faria publicou mais de 50 livros, incluindo poesia, novelas, romances, ensaios literários, livros de entrevistas com escritores e é também autor de peças de teatro, entre elas "Salve-se quem puder que o jardim está pegando fogo", que recebeu o Prêmio Anchieta para Teatro, um dos mais importantes dos anos 70 do Brasil. Como poeta, recebeu os mais significativos prêmios literários do país. É traduzido para o inglês, francês, japonês, espanhol, italiano, servo-croata e húngaro.

Colunas e textos Selvagens

© 2008 - 2021 - Editora e Livraria Letra Selvagem - Todos os Direitos Reservados.