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Lançamento do livro K - O escuro da semente

Entrevistas

Publicado em: 07/11/2015

Da opressão à liberdade / ENTREVISTA

Por: Vicente Franz Cecim
Cineasta e escritor, João Batista de Andrade mais uma vez aborda o tema da opressão em seu novo livro “Poeira e Escuridão”, editado pela LetraSelvagem, a editora paraense sediada em São Paulo, criada pelo escritor santareno Nicodemos Sena. Andrade é um dos muitos artistas brasileiros que sofreram na vida e na obra a repressão da ditadura militar e muito jovem passou a lutar pela liberdade de expressão com as armas da arte. Agora, em “Poeira e Escuridão”, enquanto recorda suas lutas passadas, também celebra o presente.
Publicado em: 22/09/2015

Entrevista - Adelto Gonçalves

Por: Rivaldo Chinem
"Os vira-latas da madrugada": a luta da memória contra o esquecimento trinta e quatro anos depois, o romance ganha segunda edição e traz prefácio de Marcos Faerman censurado à época da ditadura militar
Publicado em: 23/03/2013

Do Pau Caído, um potente e reto escritor: Caio / ENTREVISTA

Por: Marcos Caldeira Mendonça
Ele saiu da fazenda Pau Caído e penetrou com potência na literatura brasileira: Caio Porfírio Carneiro. Ao se referir à obra desse contista e romancista cearense, convém abandonar o nome da citada fazenda e mencionar o da cidade onde em 1928 nasceu: Fortaleza. Um exemplo é o ótimo "O sal da terra", romance sobre a tormentosa vida numa salina do Nordeste, lançado em 1965 e reeditado em 2010, em quarta edição, pela LetraSelvagem. Escreveu também, entre muitos outros livros, "Trapiá", "O Casarão" e "Os meninos e o agreste". “Contista de altos méritos”, segundo abonou o escritor e crítico João Clímaco Bezerra, ele deu à literatura brasileira uma “contribuição corajosa, vívida e consequente”, no observar do cronista João Antônio (autor de "Malagueta, Perus e Bacanaço"). Caio Porfírio Carneiro conquistou prêmios importantes, como o Afonso Arinos, da Academia Brasileira de Letras, e o Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro. Mora em São Paulo desde 1955, mas faz questão de dizer que visita o Ceará frequentemente. Em entrevista exclusiva, ele conta que, menino, quase morreu como Ana Karenina, de Tolstói, sob rodas de aço: “Fui tomar o trem com minha mãe. Vi qualquer coisa brilhando entre os trilhos. Pulei para apanhá-lo. Vinha passando um trem-cargueiro. Todos da estação gritaram”. Informa que, se fosse viver só de literatura, estaria a esmolar nas esquinas. Elogia a obra do escritor Cornélio Penna, que viveu em Itabira, e, entre outros assuntos deste do “doido desbilotado”, como diria o velho Clemente do magnífico "Trapiá", diz o que responde quando a ele alguém se refere como “o Caio do Pau Caído”. (Entrevista publicada originalmente no jornal "O TREM Itabirano", Itabira, MG, março-2013)
Publicado em: 13/03/2011

Ficção e história / ENTREVISTA

Por: Carlos Herculano Lopes*
"Invenção de Onira", romance do paraense Sant'Ana Pereira, ganha nova edição. Obra mostra ao Brasil o vigor da literatura da Amazônia. Revolta da Cabanagem inspirou o autor. Tendo como pano de fundo a Cabanagem, movimento armado contra o poder central registrado na Província do Grão-Pará de 1835 a 1840, completamente dizimado pelas tropas imperiais, o escritor e advogado Sant’Ana Pereira lançou, há 23 anos, o romance Invenção de Onira. Restrito ao Pará, com pouca divulgação no restante do país, o livro ganha agora nova e oportuna edição pela Editora LetraSelvagem, de Taubaté (SP). Nascido em Santarém, no interior paraense, em 1936, Sant’Ana Pereira, a exemplo de outros autores da terra, como Dalcídio Jurandir e Benedicto Monteiro, elegeu como tema de suas histórias o universo da Amazônia brasileira, com toda a sua exuberância e seus fatos corriqueiros. Em Invenção de Onira, elementos fantásticos se mesclam a acontecimentos reais protagonizados pelos cabanos. “Busco minhas histórias nas margens dos rios, nos igarapés, nas matas bravas, nos igapós e em fatos testemunhados, vividos ou temidos”, contou o autor a Carlos Herculano Lopes. (Originalmente publicada no jornal "Estado de Minas", EM Cultura, 06/03/2011, Belo Horizonte)
Publicado em: 01/05/2010

A literatura que vem das selvas brasileiras / ENTREVISTA

Por: Selmo Vasconcellos
É do convívio com índios e cabloclos das selvas da Amazônia, onde nasceu, que o escritor brasileiro Nicodemos Sena extrai a matéria-prima com que tece os seus romances. Estreou em 1999 com o romance "A espera do nunca mais", uma saga de 876 páginas, que ganhou o Prêmio Lima Barreto/Brasil 500 anos (Rio de Janeiro). Nesta entrevista, Nicodemos Sena fala de sua origem amazônica e dos autores e livros que lhe influenciaram, e dá conselhos aos novos escritores. (Entrevista publicada no jornal "Alto Madeira", Rio Branco do Acre, 23/03/2010)

Publicado em: 13/03/2010

Além da selva / ENTREVISTA

Por: Carlos Herculano Lopes*
O escritor paraense Nicodemos Sena volta ao vasto e mítico universo da Amazônia em seu instigante romance "A mulher, o homem e o cão" (LetraSelvagem, 2009). Nascido em Santarém do Pará e há muitos anos morando em Taubaté, no interior de São Paulo, ele é autor de "A espera do nunca mais" e "A noite é dos pássaros", que também abordam os mistérios de sua terra natal. Formado em jornalismo e em direito, o escritor, com uma linguagem só dele, fala em seu novo livro do homem sem nome que conta a história de sua mulher a um ouvinte invisível. “Tentei limpar os mitos de suas marcas locais ou da roupagem que lhe impuseram os viajantes ou naturalistas, que os verteram para o código escrito, sem porém retirar o homem do seu ambiente natural”, diz Nicodemos ao repórter Carlos Herculano Lopes. (Entrevista publicada no caderno Pensar do jornal “Estado e Minas”, Belo Horizonte, 16/01/2010).
Publicado em: 26/06/2009

Entrevista - Nicodemos Sena

Por: Floriano Martins*
O que me parece mais interessante no diálogo que leremos a seguir é a franqueza com que o entrevistado toca em assuntos que hoje assumiram uma conotação traumatizante a ser evitada: os meandros da construção de uma linguagem e os dilemas existenciais e estéticos de seus pares. E é tão natural a maneira como o romancista Nicodemos Sena (Pará, 1958) aborda esses aspectos que voltamos a nos sentir reconfortados: o autor é gente e não um boneco empalhado oferecido a público em uma feira de variedades. Em linhas gerais a única coisa que se espera de um romancista é que nos conte uma história, qualquer uma. E que nos envolva com sua narrativa. O que parece ser tão simples complica-se diante de um imaginário estagnado, uma presunção que converte em genial qualquer trunco na linguagem, ausência completa de tensão existencial nos personagens etc. Não há gente dentro ou fora do que se tem escrito em nome do romance na literatura brasileira que hoje se encontra em evidência. "A Espera do Nunca Mais", de Nicodemos Sena, aponta neste sentido, o da recuperação anímica do ser. Se foi bem sucedido, impossível dizer agora. Julgamentos apressados já provocaram toda espécie de infortúnio na mente de um artista. Este é seu livro de estreia e, por mais que o autor seja já um homem maduro, consciente do ofício e suas perspectivas, realidade e ficção se confundem quando menos em possibilitar revezes. A grande delícia me parece ser a verdade com que fala Nicodemos Sena, como se sente à vontade para enfrentar os dilemas existenciais da escritura e conversar ainda mais abertamente sobre as perspectivas atuais do romance. Vamos ao diálogo.
Publicado em: 24/06/2009

Entrevista - João Castilho Neto

Por: Por Marcelo Ariel
O trabalho do pintor e desenhista João Castilho Neto, de Mogi das Cruzes, dialoga com a linguagem dos quadrinhos e com o simbolismo. Castilho é o autor das duas belas capas dos livros: "O homem deserto sob o Sol" de Edivaldo de Jesus Teixeira, e "Invenção de Onira" de Sant'Ana Pereira, editados pela LetraSelvagem
Publicado em: 05/07/2008

Entrevista - Olga Savary

Por: Clauder Arcanjo*

O Olhar Dourado de Olga Savary (Publicado na Revista de Humor e Cultura PAPANGU nº 40, maio de 2007)
Publicado em: 05/07/2008

Entrevista - Marcelo Ariel

Por: Nicodemos Sena*
A poesia fora de seu lugar oficial
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