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Autores Selvagens

Capa do Livro

Silas Corrêa Leite

Começou a escrever aos 16 anos, no jornal "O Guarani", de Itararé, no Estado de São Paulo. Autor do hino ao Itarareense e relator da ONG Transparência nas Políticas Públicas. Crê no humanismo e critica o "Brasil S/A". Vê a arte como instrumento de libertação (Manuel Bandeira); seus textos apresentam-se como um testemunho das amarguras de seu tempo de lucros globalizados e injustos e riquezas impunes de um neoliberalismo insano de privatarias e o inumano neoescravismo da terceirização.
Capa do Livro

Mariano Azuela

Escritor mexicano do século XX dos mais fecundos, de aguçada preocupação social; seus romances rompem os limites do gênero épico e constituem-se num marco inquestionável da Literatura latino-americana. Na apresentação desta primeira edição brasileira de "Os de baixo", outro grande escritor mexicano, Carlos Fuentes, escreve: "Debaixo dessa lápide de séculos saem os homens e mulheres de Azuela: são as vítimas de todos os sonhos e todos os pesadelos do Novo Mundo".
Capa do Livro

Ruth Guimarães

Escritora e estudiosa negra do Vale do Paraíba (SP), que, vencendo preconceitos e tabus, logrou reconhecimento da crítica nacional. “Ruth Guimarães, prosadora de qualidade (...). Não apenas uma escritora bem dotada para a ficção, mas uma autoridade nos estudos da cultura popular.”, escreveu o eminente professor Antônio Candido
João Guimarães Rosa, por sua vez, afirmou: “Ruth Guimarães, minha irmã, parenta minha, que escreve como uma fada escreveria”.
Capa do Livro

Leonardo Garet

“O autor se exercita com tamanha habilidade numa vertente que explora o maravilhoso, o inexplicável, o sobrenatural, o sensorial e o estranho sem cair no pecado da inverossimilhança” (Ronaldo Cagiano, "Opção Cultural", Goiânia, GO).
Capa do Livro

Francisco Moura Campos

“A poesia de Francisco Moura Campos consegue arrancar do mais profundo das sombras da infância a pureza e o sabor da terra, que o tempo havia tentado sepultar. Uma poesia nítida e dedicada a reinventar o perdido e o nunca encontrado.” (Renata Pallottini).
Capa do Livro

Vicente Franz Cecim

Autor conhecido do público e aclamado pela crítica, premiado nacional e internacionalmente, recria e transfigura uma Amazônia que é muito mais do que a floresta física onde nasceu e vive. Vicente Franz Cecim é um escritor inigualável no variado espectro da Literatura Brasileira.
Capa do Livro

Francisco Espínola

Um dos grandes narradores uruguaios do Século XX, contudo, inédito no Brasil. Trabalhador incansável da palavra e criador inigualável em lingua espanhola. Pintor de sombras e escombros do humano. Inaugura, em seu país, o que a crítica chamou de ecritura dostoievskiana.
Capa do Livro

Carlos Nejar

Poeta, romancista e ensaísta, da Academia Brasileira de Letras, um dos nomes de maior projeção dentro e fora do Brasil, aclamado pela crítica. No dizer de Antônio Houaiss: "Essa criação tão intensa, tão passional (da condição humana) busca, com homo sapiens, atingir os ápices da solidariedade humana. O que não é dado, em todos os tempos, senão a poucos - a esses em cuja normalidade há um quantum de loucura e outro tanto de santidade". Traduzido em várias línguas, tem sido estudado nas universidades do Brasil e do exterior.
Capa do Livro

Adelto Gonçalves

Jornalista com passagem em alguns dos maiores órgãos da Imprensa de São Paulo, professor univeresitário com doutorado pela USP (Univesidade de São Paulo), especialista em Literatura Portuguesa e Espanhola, autor de ensaios premiados, é também excelente ficcionista, como se pode comprovar neste romance "Os vira-latas da madrugada", um dos livros premiados, em 1980, no concurso de âmbito nacional promovido pela Livraria José Olympio Editora, que o lançou em 1981, e, trinta e quatro anos depois, é reeditado pela LetraSelvagem. "Adelto Gonçalves tem o dom de fazer viver suas personagens, convencendo o leitor de seu valor humano, mesmo quando suas ações, como as de Pingola e Quirino, lhe repugnem", escreveu Maria Angélica Guimarães Lopes, professora emérita da Universidade South Carolina, em resenha publicada na "Revista Iberoamericana", do Instituto Internacional de Literatura Iberoamericana, Universidade de Pittsburg, EUA, janeiro de 1985.
Capa do Livro

Álvaro Alves de Faria

Já em 1971, ano da primeira edição do romance "O Tribunal" (Editora Martins-SP), Álvaro Alves de Faria, com apenas 29 anos de idade (nasceu em São Paulo em 1942), era considerado “um dos escritores jovens mais conceituados” do Brasil, como informa o jornalista Durval Monteiro nas orelhas do livro. Da Geração 60 de Poetas de São Paulo, Álvaro Alves de Faria publicou mais de 50 livros, incluindo poesia, novelas, romances, ensaios literários, livros de entrevistas com escritores e é também autor de peças de teatro, entre elas "Salve-se quem puder que o jardim está pegando fogo", que recebeu o Prêmio Anchieta para Teatro, um dos mais importantes dos anos 70 do Brasil. Como poeta, recebeu os mais significativos prêmios literários do país. É traduzido para o inglês, francês, japonês, espanhol, italiano, servo-croata e húngaro.

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Autores Selvagens

Autor

» João Batista de Andrade

Nasceu na cidade mineira de Ituiutaba, em 1939, e vivenciou complexos momentos da recente história do Brasil, como o período da Ditadura Militar (1964-1985). Premiado e aclamado como cineasta, sempre alimentou entranhada relação com a literatura, que se manifesta em sua filmografia, quer na urdidura dos roteiros, quer na transposição para as telas de obras literárias, como os romances "Doramundo" (Geraldo Ferraz), "Veias e Vinhos" (Miguel Jorge) e "O Tronco" (Bernardo Élis). Enquanto colhe louros como cineasta, vai publicando os seus livros, sete até este momento (o último intitula-se "Confinados: memórias de um tempo sem saídas").

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